domingo, 8 de novembro de 2009

A Criançada de Hoje tem salvação??

Eae galera!! A matéria de hoje é sobre uma coisa que eu sempre pensei que vai acontecer comigo, de um jeito ou de outro...vai. Filhos!! Ai você se pergunta...”Má que ligação isso tem com uma coluna de rock porra?” Toda fiote....toda.
A cada dia que passa eu vejo nas ruas a molecada brincando nas ruas com coisas modernas, eletrônicas, cheias de penduricaralhos e frescuras ditadas pela novelinha Teen da globo ou as novas “bandas de rock” da vez....me da calafrios.


Ai me pego pensando, “Que merda de mundo meu filho vai ver? O que ele vai ouvir?” gelei de novo! Graças a os Deuses do Rock, eu e meu irmão fomos educados ouvindo desde cedo bandas como Queen (eu fui até no show!!) Black Sabbath, Led Zepellin, Elvis, Beatles e por ai vai...mas se tem uma banda especial pra esse Duende aqui, é o MetallicA! Por que?

O MetallicA tem alguma coisa que eu não sei explicar o que é enquanto todos os muleques da rua se contorciam pra pegar os passinhos de dança da vez, eu balançada a cabeça frenéticamente ao som de “Master of Puppets”... Se o Black Sabbath é o Pai do Rock, e como dizem passou o bastão para o MetallicA, até hoje ele o representa de uma forma grandiosa e por que não muito digna. A banda vem influenciando e polemizando desde sua aparição no cenário musical...uns a amam outros odeiam. Eu que sempre declarei que não tem banda hoje que supere o MetallicA na minha humilde opinião, não podia deixar de acompanhar a influencia deles na garotada de hoje, e digo com propriedade....ainda existe salvação!!

Começando pelas roupinhas fofas e tchuco tchuco mutherfucker again para bebês!! Sim...bebês com macacãozinho do MetallicA! É certeza que eu vou ter um desses em casa quando o pequeno Duendezinho der as caras por aqui. Como dizem... é Cofre!
Claro que além de vestir seu filho(a) adequadamente, alguns vão mais a fundo e passam a aprender e tocar e cantar coisas da banda...ai eu já começo a cair naquela coisa da “criançada com o gene X” por que tem cada coisa ai que não é possível!! Eu nessa idade....hum...sinceramente não lembro não..rs.

Não sei vocês, mas eu fico todo babão vendo uma criança curtindo um som tão pesado e cheio de distorções... cara criança não mente, é empolgação PURA e CRUA ali. Me dói ver uma menina de Dez anos cantando Taty Quebra Barraco....quero morrer. Da uma olhada nesse vídeo...


Quero um filho assim!! PQP!!

Vale lembrar que isso da dão certo que lançam CDs para ninar dos clássicos do Rock. E obóviamente tem o do MetallicA....como nem quero influenciar vocês a terem isso em casa para fazerem naninha do seu filhote...(alguém acreditou?)...tem um link bem legal na capa ai ok?
Só pra encerrar a matéria mais fofinha e tchururu do PalhetadA, vou deixar um vídeo desse simpático bebê nipônico cantando Beatles. Sim não tem só a molecada cantando MetallicA mas eu escolhi por que é a banda que meus filhos vão aprender a gostar...do contrário vão ralar muito pra ganhar papinha!! \m/

Vamos fazer a nossa parte e salvar essa molecada do Funk e Pagode ….e coisas piores….

PAGODE TEM CURA,TOME ROCK!

Let´s Rock.
Duende Amarelo.

Leia Mais…

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Plantão do Monitor


Com a bravura de um Entei, eu digo que tá tudo bem porque começou mais um Plantão do Monitor, com mais um recapitulação da semana!


CINEMA

Robert Zemeckis tem enrolado a tempos uma sequência a Cilada de Roger Rabbit.Durante muito tempo foi cobrado da parte dele e nada.Rumores diziam que ia se passar durante a Segunda Guerra Mundial, com os desenhos indo a guerra ou algo do tipo.Mas parece que dessa vez vai.Os roteirista da historia original, Peter Seaman e Jeffrey Price, irão escrever a continuação.Cronologicamente falando, em abril Zemeckis teve uma idéia boa,em julho já estava conversando com Bob Hoskins, e na Comic Com disse que não podia negar nem confirmar os planos pro projeto.Pegando fragmentos do que Robert falou em entrevistas passadas, veja o que podemos esperar do diretor:

“Não, não usaremos personagens 3D no filme.Usaremos a técnica de motion -capture, e as ferramentas digitais,mas os personagens serão em 2D ainda.Claro, estou mais focado no lance das da captura de performances, mas ainda filmarei em live action de novo.Nunca diga nunca.”

Bem,não que a historia não tenha uma possibilidade de ser estendida, mas em como toda sequência de um grande clássico, as chances de dar errado são muitos, MUITO grandes.Entendo a demora do diretor,não só pelos efeitos mas também por ter uma historia.No caso, a nossa única opção é esperar pra ver.

Foi divulgado alguns posters retro de UP Altas Aventuras, vejam alguns embaixo e o resto aqui


RED, adaptação da revista da DC/Wildstorm começa a ficar cada vez mais interessante...Depois de Helen Mirren ter entrado no elenco, Jonh C Reilly e Mary-Louise Parker entraram no casting do filme, junto com Morgan Freeman e Bruce Willis.No caso, Reilly fará um ex-agente da CIA paranóico e Parker fará o interesse romântico de Willis,uma trabalhadora de uma pensão federal que entra na luta do personagem de Bruce Willis ficar vivo.RED(o filme) conta sobre um ex agente da CIA perseguido pelos seus ex-chefes e sendo caçado por assassinos high-tech.Na revista era o seguinte: Como agente da C.I.A., o talento único Paul Moses para matar o levou ao redor do mundo, de um serviço para outro, cumprindo ordens mortais de seus superiores. E quando se aposenta, decide colocar o seu passado sangrento para trás. Mas quando um novo governo assume a Casa Branca, os poderosos decidem que Moses sabe demais, forçando-o a voltar a ativa contra a agência que o treinou.O interessante é que tem produção executiva de Gregory Noveck, fazendo que a DC Entertainment já esteja mostrando suas garras.O filme chega em 19 de novembro de 2010... Jonah Hex,The Losers e RED, 2010 vai ser um bom ano pra DC. XD




Para aqueles que se indagam como anda o filme do Lanterna Verde, ele está vivo, e muito bem, obrigado!Martin Campbell finalmente abre a boca e fala alguma coisa sobre o projeto.Os efeitos especiais estão sendo feitos no momento e devem chegar a marca de 1300, muitos deles graças as peripécias que o anel do poder deve fazer,como criar aviões e mãos gigantes para bater nos inimigos,com um look definido pelo diretor como “de explodir cabeças!” e vai levar os filmes de HQ para onde nunca foram(no caso dele, fora de Metropolis e Gotham hehe).Sendo que as filmagens vão começar em abril oficialmente em Nova Orleans, já que nas palavras do diretor “É uma cidade interessante...com taxas alfandegárias boas pra caralho!”. Eu tenho fé em Hal Jordan,e vocês?


Vejamos na ponta do lápis a soma de todo que os caras de Se Beber Não Case gastaram em Las Vegas.Se você não viuo filme, talvez tenha spoilers...Via Screenrant


Aconteceu a um certo tempo, mas não tem como não ser comentado.Em Março desse ano houve uma reunião do elenco de Os Gonnies, em comemoração ao aniversário de 24 anos do filme,com presenças de Dick Donner e do über diretor Steven Spielberg.Confere ai!



Será que em 2011, ano da carnificina e dos bolsos vazios, o ano que vários dos mais esperados filmes chegaram no verão americano,será que vai ser esse ano que finalmente Michael Bay vai trazer um filme do conteúdo? Nos extras do DVD de A Vingança dos Derrotados, o diretor diz que não tem aonde crescer mais para cima, agora ele quer crescer pros lados.Isso significa que Megan Fox vá engordar?Não caros amigos, significa que Michael Bay quer um filme mais sombrio, focado mais pro lado emocional, em resumo, algo que não é normal nos filmes do rapaz, mas que está presente em todo resto, algo chamado HISTORIA, também conhecido como ROTEIRO , entre outras coisas.Bem a intenção é nobre, mas atual pepita de ouro quando o assunto é roteiristas dentro da Paramont, no caso Roberto Orci e Alex Kurtzman, estão fora do projeto, sobrando o sujeito que colocou bolas no robô e close na bunda do Jon Tuturro, Ehren Kruger. Porem, muitos dizem de que se trata de uma zoação aos fãs mais xiitas,porem ter esperança nunca matou ninguém, certo?Mas dizem que até Uwe Boll fez um filme que preste, porque não o mago dos “BAYSPLOSION!!!” não pode tentar?A pena que cenas clássicas, como a foto abaixo mostra, possivelmente não estarão no filme (para o bem ou para o mal...) =/

ATUALIZADO: Se não tiraram do ar ainda, você pode ver o vídeo do Bay falando aqui e por Rao, Unicron, o Transformer do tamanho de um PLANETA apareceu nas imagens do video...tenho medo.


PATAQUEPEREU! Agora me empolguei com o remake de Clash of the Titans!Chutando bundas seriamente, veja os 9 posters divulgados abaixo (cliquem para ampliar, desculpa pela qualidade, devem sair versões melhores em breve)!


David Goyer falou a MTV sobre o próximo Motoqueiro Fantasma, que não será um remake, mas será uma continuação com um tom diferente.Veja o que ele falou:

"Não é exatamente um recomeço. Odeio dizer que é mais realista, porque o cara tem um crânio flamejante, mas digamos que é mais cru e sombrio [que o anterior]. O tom definitivamente vai mudar. Estamos tentando realizar o que Cassino Royale faz com James Bond", comparou.

"A história começa oito anos depois do primeiro filme. Você não precisa ter assistido ao anterior. O filme não contradiz nada que foi feito antes, mas estamos levando em consideração que nosso espectador não viu o primeiro. É como se pegássemos onde tudo parou e saltássemos oito anos - ele está num lugar mais sombrio, existencial", disse Goyer.

Francamente? Eu acho a abordagem do Goyer a mais correta possível, melhor continuar a historia com outro tom e bem escrito do que ficar fazendo reboots desnecessários(apesar dos filmes as vezes serem ruins, como no caso).O primeiro filme, apesar de uma bosta, tem varias coisas que poderiam ser bem desenvolvidas na primeira parte e outras coisas que ficaram em aberto que seriam interessantes de trabalhar numa sequência.Pelo fato de Johnny Blaze provavelmente estar isolado no mundo e ter sido visto se transformando em Motoqueiro Fantasma por varias pessoas, e a possibilidade dele ter virado uma lenda urbana, ou uma versão Easy Rider sobrenatural é interessante.Acho que a solução de continuar a historia, mas com outro tom seria maravilhoso para o Superman...


Depois de Frank Miller,será que veremos outro grande artista sucumbir a loucura e a inflação de ego perante Hollywood?Dessa vez, quem vai dirigir um filme baseado em HQs será o homem que quer cagar o Superman na telona, Mark Millar! Em seu fórum ele disse que terá muitas surpresas no próximo ano e que a partir de fevereiro as novidades viram com mais clareza.Disse que aprendeu muito sobre filmes(que nem o Jose Wilker) assistindo Matthew Vaugh fazer Kick Ass e que esse projeto no cinema veio bem antes de American Jesus e War Heroes serem escolhidos pelos estúdios para serem transformados em filmes.Não tenho nada contra aos caras irem para outras midias(HQs pro Cinema, ou vice-versa), mas não sigam o exemplo de Frank Miller.Não se tornem um megalomaníaco e, em especial, faça direito seu trabalho!

Falando em Mark Millar , preciso dizer algo, bem pessoal.Melhor.Filme.Da Marvel.EVER! No comments about that:



DESENHOS

Você sabia disso?Nem eu! Em 1979, o Homem Borracha teve seu próprio desenho!Feito pela Ruby-Spears Production (que fez anos depois um do Superman) e lançado pela Warner em outubro,o set de 4 dvds inclui todos os episódios da única temporada do desenho.No DVD,alem do documentário sobre a produção da serie,também inclui um piloto para um novo desenho do OBrian feito em 2006.Meu vilão favorito sem sombra de duvidas é a Concha com tapa –olho HAHAHAHAHAHA!




FUUUUUUUUUUUUUU! Modernizaram o Zorro!Com vocês, Zorro Generation Z ! (mas que merda hein?)



Bem, já vi muitas coisas bizarras nessa vida.Mas nada será comparado a bizarra experiência de ver Dan Aykroyd e o filho da puta que come a Jessica Biel, o ex BSB Justin Timberlake, dublando os ursos (provavelmente digitais) Zé Colméia e Catatau, respectivamente, no filme em live-action (menos os ursos) do Yogi Bear.Com a direção de Eric Brevig (”Journey to the Center of the Earth”) e roteiro de Brad Copeland (”Wild Hogs”), o filme também terá Anna Feris como a diretora de filmes naturalistas Rachel, que pretende transformar Zé Colméia e Catatau em astros do seu próximo documentário natureba.Provavelmente roubando muita comida dos trailers e aprontando muita confusão na Sessão da Tarde.A noticia veio da EW, e se tem Anna Faris, vai ter roupas curtas,e se tem Anna Feris com roupas curtas, já estarei com meu ingresso na mão (ou pegarei as fotos na net depois hehe).Mas como é um personagem clássico da minha infância, verei o filme de qualquer maneira, nem que seja só pra falar mal mesmo....




QUADRINHOS


Enquanto isso no MSN,um amigo meu me fala comigo sobre…(SPOILERS AQUI!)

Allan diz:
*Diogo *estou revoltado *estou puto

Diogo diz:
*fala

Allan diz:
*estou parecendo o Alborghetti

Diogo diz:
*GAHAHAHAHAHAHA

Allan diz:
*FILHOS DA PUTA!! FILHOS DE UMA PUTA GORDA E FEDORENTA!

Diogo diz:
*FALA

Allan diz:
*viu o que fizeram com o Justiceiro? *vou te passar as três páginas

Diogo diz:
*o frankcastlestein? a décadas atrás
*tbm achei mó merda

Allan diz:
*eu também já sabia *mas não é isso *vou te passar as três páginas

Allan diz: *esses caras merecem ser estuprados por uma tribo de gorilas com aids

Diogo diz:
*tem como ser pior que o frankcastletein?

Allan diz:
*não é exatamente isso *a forma como ele morreu

Clique pra ampliar
Clique pra ampliar
Allan diz: ele nocauteou o Daken antes, poderia ter simplesmente decaptado ele* e essa porra desse Daken* o Wolverine já é forçado imagina o*filho dele ah, vão pá puta que pariu vão pra merda

*Diogo diz:
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Allan diz: *eu estou me sentindo exatamente assim


Diogo diz:
*HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Allan diz:
* *caralho, cortaram ele parecendo um bife *SAIU UM BIFE DO BRAÇO DELE *perceba bem *vsf

Diogo diz:
*por isso que eu não leio mais a marvel cara
*marvete xinga a DC é pq acha merda ouro
*é triste /facepalm mas é verdade

Allan diz:
*se for olhar só a capa roubada de blackest night...

Diogo diz:
*sim sim

Allan diz:
*vsf, a Marvel perdeu meu respeito por pelo menos dez anos *acho que só vou voltar a considerar se mudarem os personagens para mickey e cia, de tão ruim que está

Diogo diz:
*hahahahahaha sim sim!

Acessem o De(ath)sign, quadrinhos sobre quem trabalha com design.Altamente recomendado! Embaixo uma previa e muito mais aqui (Vlw Érico XD )



Esse Mash Up entre Jim Lee e Amanda Conner (Powergirl) é foda demais!Vejam!



Bruce Timm manda alguns desenhos bem ousados pra quem ta acostumado a ver só aquilo que passa na Cartoon Network.Veja a Batwoman chutando bundas e mais fotos aqui.




Chuck Dixon vai escrever uma historia pra Wildstorm, ou seja, indiretamente ele volta a DC, depois de todo aquele rolo com o Gladiador Dourado e Dan Didio.No caso,ele vai apresentar Storming Paradise.que é uma visão alternativa da historia da Segunda Grande Guerra, focando na invasão americana ao Japão, fim da 2º Guerra e mostrando o que aconteceria se o Projeto Manhatthan não fosse criado.Algo bem no estilo Sgt Rock.



Momento do Sobrenatural

Se você conhece bem o gênero Terror, então não preciso explicar a importância da Hammer Film, produtora inglesa de alguns dos filmes de terror mais clássicos. E assim, o velho (e bota velho nisso) filho a casa torna.Depois de sua ultima contribuição em 1976 com To the Devil a Daughter, Sir Christopher Lee volta ao estúdio que o consagrou junto com Hilary Swank e o comediante Jefrey Dean Morgan (agora em todas) em The Resident, que conta a historia de uma médica(Swank) que se muda para um cortiço e passa a ser perseguida pelo dono do lugar(Morgan).A medida que a tensão entre eles aumenta, um jogo de gato e rato se inicia.Não vou comentar mais nada, só digo que PRECISO ver isso!




Hail to the King, Baby! Veja as capas da edição numero 3 de Army of Darkness: Ash saves Obama!



A sequência do ótimo filme asiático O Hospedeiro (The Host) começa a apresentar novas fotos, no caso concepts da continuação, que deve ter o numero de monstros aumentado drasticamente, vide as fotos abaixo:




Alem do filme, em 2011 deve também sair um jogo baseado nos filmes. Fotos e informações via Twitch

SuperGêmeos em Smallville! Tenha medo, muito medo disso!




Momento do Sobrenatural – Especial AFM

Direto do AFM, a maior feira de filmes independentes lá fora,divulgou que minha musa do “banho demorado” de 2005, Jessica Alba, aparece no primeiro cartaz do trailer que virou filme Machete! Danny Trejo chutará bundas em 2010!



Também direto do AFM temos o cartaz da 5° (!!!) sequência do clássico trash da Troma Filmes Toxic Avenger, que se chamará The Toxic Twins e junto com ele veio as primeiras imagens do remake de Piranha(em 3D) contendo sangue, mulher gostosa e Richard Dreyfuss, não necessariamente nessa ordem!


Nova década, novas regras! Pânico 4, um dos melhores filmes de Terrir já feitos(na minha opinião).Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette estão confirmados para voltar e durante a AFM soltou um pôster teaser beeeeeem vagabundo,só pra mostrar que o filme existe:


Momento GAMES

Saiu um cartaz do filme do Tekken...tenha medo.

Acho um lance complicado adaptações de games pro cinema, porque certas coisas tem chance de ficar ridículas demais..ou certas jogos simplesmente não tem historia para contar, aí complica.Se for pra fazer algo tosco porem divertido, faça.Mas não me ponha mais terno e gravata no General M Bison,por favor!


O site do MSN fez uma lista dos 10 chefões mais foda dos games, com muitos erros de digitação.Mas tá bacana, vale dar uma conferida aqui

Há um dia maravilhoso lá fora!Vá curtir!




Besteirol e afins

Eu REALMENTE compraria um Big Mac se fosse você...



O céu é alto pro Chaves (Sky High remix)



Nem tudo é cerveja e mulher gostosa na Oktoberfest.Veja algumas das cagadas que o povo fez na edição de 2009 aqui

Deus salve a Alemanha XD

MAKE YOUR CHOICE! Via Joblo.com:


EXCLUSIVO! Preview de Transformers 3!



Besteirol e afins especial- Darth Vader

KHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAN!


Veja as comparações...faz sentido!


Os Fantasmas se divertem.

São tão bonitinhos quando bebês, aí crescem e explodem sua Estrela da Morte...


E para acabar, o que aconteceria se JJ Abrams fizesse Star Wars?


Bem galera acabou por hoje. Continue acessando o Uarévaa durante a semana, e mais updates no meu blog. That’s all folks!



Leia Mais…

Distrito 9

DE FORA DA PANELA

Novidade aqui no Uarévaa!! Inééééédito, inédito, inédito... Um fabuloso review de... Sim... Distrito 9... De novo..... Eu sei... O Diogo já falou muito bem desse filme, a Pin já encheu a bola dele tambem.. Mas o Inferno já cansou de mandar esse review pro MDM e ficar na pista e agora resolveu pedir penico aqui, bwahahaha

Então, se voce é preguicoso igual a mim (Freud falando) e não foi no cinema ainda, tai mais um bom motivo. Lê ai!!



O que vocês esperam ver quando assistem a um filme de ficção científica? Lasers? Naves cruzando o espaço como quem atravessa a rua? Aliens exóticos maravilhados com a tecnologia humanóide? Seres humanos evoluídos e avançados tecnologicamente liderando uma federação de planetas e levando a ‘mensagem’ humana aos confins do universo? Ou humanóides com espadas feitas de luz liderando outras raças na eterna luta entre o bem e o mal?

Se é isso que você espera de um filme de ficção científica você vai se surpreender (para o bem ou para o mal) com Distrito 9.

Sob as bênçãos do venerado Peter Jackson (Senhor dos Anéis (porque King Kong foi um lapso)) e dirigido pelo novato sul africano Neil Blomkamp, o filme começa a se diferenciar do normal do gênero sci fi a começar pela narrativa, que usa e abusa (as vezes abusa demais) da câmera em primeira pessoa, recurso inovador em “A Bruxa de Blair” e bem usado também em “Cloverfield” e “Rec” mas que justamente por ter sido usado várias vezes no cinema dá aquela sensação de ‘po, lá vem o estilo de documentário de novo’, o que, se não compromete a qualidade do filme, torna-o meio didático demais, mas é até compreensível se considerarmos que se trata de um diretor iniciante e ávido por passar a sua mensagem.

Porém o grande diferencial do filme não é a sua estrutura narrativa (ainda bem!). A grande sacada de Distrito 9 é que ele mostra seres humanos do jeito que seres humanos são: mesquinhos, violentos, preconceituosos e hipócritas. Essas facetas não muito elogiáveis de nós em filmes de sci fi são coisa rara, eu pelo menos não me lembro de nenhum do gênero que nos colocasse ‘nos nossos devidos lugares’.

O filme começa mostrando o pequenino e irrelevante burocrata Wikus Van de Merwe, excitadíssimo por estar sendo filmado por uma equipe de reportagem e por ter sido promovido dentro da estrutura da MNU, o Departamento de Bem Estar de Aliens, agência criada para vigiar/conter a população de alienígenas que pediu auxílio em nosso planeta porque a nave deles deu um defeito e ficou estacionada sobre a cidade de Johannesburgo, na África do Sul. Tendo recebido abrigo em solo sul africano, os alienígenas foram postos em uma área cercada conhecida como Distrito 9, não por acaso bem semelhante a outros guetos que viraram verdadeiras nações dentro da África do Sul, como o Soweto e a Swazilândia. Com o tempo o espanto e o encantamento dos humanos frente a visita extra terrena cede lugar aos humanos desejos de se apoderar da tecnologia deles e o repúdio à figura bizarra de criaturas que parecem camarões gigantes, mas a cobiça sobre as armas alienígenas esbarra no empecilho delas serem geneticamente desenvolvidas, ou seja, só funcionam com o DNA dos aliens, são inúteis para humanos. Uma vez que não podemos nos fartar com as poderosas armas deles só nos resta o repúdio, e nisso nós temos bastante experiência: passamos a tratar os aliens como ‘os camarões’, os segregamos em um gueto, impedimos a entrada deles em ambientes exclusivos para humanos, e logo o gueto vira o paraíso de traficantes de ração de gato (é, eles são fissurados em ração de gato) e prostitutas humanas que prestam seus serviços a aliens taradões . Uma vez que a população alienígena estava crescendo e o gueto se tornando um problema para a cidade, a MNU tem a brilhante idéia de deslocar todos os camarões para outro gueto bem distante do centro urbano e encarrega para isso o nosso pequeno burocrata Wikus Van de Merwe (coincidentemente genro do chefe da MNU), com a missão de remover os alienígenas por bem ou por mal. Para isso ele conta com uma armada-até-os-dentes força policial disposta a se livrar do incômodo que perturba a vida dos pacatos e brancos cidadãos Johannesburguenses.


Vistos como um enorme problema sem solução mas que pode ter remoção, os aliens não gostam nada da idéia de serem tirados de perto da sua nave mãe, sabem que os humanos os odeiam e os desprezam, não fazem a menor questão de se integrar a quem passa mal só de olhar para eles e daí surge o conflito inevitável com a força policial e truculenta da MNU, e no meio da iminência de uma guerra civil dentro do gueto o pequeno Wikus sofre um acidente que o fará aos poucos perceber que seres humanos têm uma enorme incapacidade de olhar o sofrimento alheio, exceto quando sentem na carne esse sofrimento, e esse passa a ser o grande mote da história: aos poucos o pequeno Wikus vai percebendo como a nossa mesquinhez e preconceitos trazem sofrimento aos alienígenas, que em sua maioria com o tempo se conformaram em ser tratados como ‘coisa menor’ e sucumbiram ao álcool, ao crime e a uma vida miserável, o que só reforça a visão estereotipada de que eles são sim uma ‘coisa menor’. É amiguinhos, as senzalas e guetos foram/são experiências muito bem sucedidas em mostrar como acabar com a dignidade de um povo inteiro. Somos bons nisso.

No meio desse manifesto político/social que é o filme, a esperança dos aliens é o retorno para casa, esperança nutrida por um deles, determinado em consertar a nave e retornar com seu filhote para o lar. Aliando-se ao perturbado Wikus em pleno processo Kafkiano (não vou falar mais do que isso para não ser muito spoilerento) os dois unem forças para poderem sair do gueto, tanto no campo físico quanto da opressão sofrida.Não pensem que se trata de um tratado sociológico de um almofadinha de esquerda recém saído da faculdade. O filme possui cenas de ação com tiroteio, um vilão careca que dá vontade de matar com requintes de crueldade, bastante violência e até humor (pra quem gosta de humor bizarro como eu). Apesar da pouca experiência do diretor ele conseguiu imprimir uma forte mensagem social em um filme de ficção científica, conseguiu fazer uma interessante metáfora de uma sociedade marcada pelo ódio racial e mais ainda, passou para nós o necessário recado de que não há muita coisa em nós para nos orgulharmos quando o assunto é lidar com o próximo.

Humanos fedem.

Inferno é humano, mas queria ser uma víbora.

Leia Mais…

Zexta-Feira


No Zexta-Feira de hoje: A cena mais cara da história da tv, nerd dos sonhos, uma nova sessão e mais...

Olááá coleguinhas mais espertos desse Brasil! Mais um Zexta-Feira na área pra salvar suas vidas dessa hora que não passa nunca! Semana mais curta graças ao feriado, trabalho em dobro graças ao feriado e o solzão desse horário de verão te fritando os miolos, né (já que provavelmente você não está lendo isso durante a madrugada em que foi postada)? Aliás, por falar em horário de verão, esses dias estava conversando com um amigo e cheguei a conclusão de que o horário de verão é perfeito pra uma sexta-feira (ou sábado) no qual você pretende encher a cara. Veja bem: você chega lá no bar, boteco, uareva às seis e poquinho, sete horas, ou seja, ainda está claro. Você pode passar a noite inteira bebendo, talvez emendar uma balada depois do bar e voltar pra tua casa por volta das seis horas da manhã que ainda vai estar noite e você vai deitar feliz pensando que dá tempo de dormir porque está escuro! Ótimo, né?
Então depois dessa dica, bora matar uma horinha com o Zexta-Feira:

Esse aqui vai dedicado pro meu amigo Moura que se amarra em série de TV.

A sequência captada com a tecnologia Bullet Time (desenvolvida em Matrix) custou impressionantes US$ 400.000,00! Pra você ter uma ideia do quanto isso é dispendioso, o episódio piloto inteiro de LOST, também um dos mais caros da telinha, custou aproximadamente US$ 10.000.000,00! A diferença é que o piloto da ABC tinha 80 minutos e a sequência de CSI, da CBS, pouco mais de 120 segundos! Confira então como ficou:



Fonte: naosalvo.com.br

E por falar em tv, filme, etc, você já viu o trailer do filme do Prince of Persia? Tá, eu sei que até a tiazinha da barraquinha de caldo de cana já viu, mas eu vou botar aqui assim mesmo porque eu, particularmente, gostei. Clica aqui

Via Judão


Nerd dos sonhos.

Foto velha eu sei. But, who cares? =]



Owned.


Eu gosto de propagandas. Sério, eu não tiro dos comerciais quando eles passam na tv principalmente se for em horário nobre. Gosto muito dos comerciais da Nike, da Fiat e até das Havaianas e principalmente das do Johnnie Walker. Por isso que resolvi publicar aqui essa imagem (um tanto quanto velha) de dois outdoors das conhecidas empresas (e rivais) Audi e BMW.
A Audi resolveu dar uma cutucadinha mandando um outdoor com os dizeres "Your move, BMW" e a resposta da BMW veio três vezes maior.


Acho que o publicitário da Audi não achou tanta graça.


The man, the legend...Michael Jordan.


Toda habilidade de uma lenda em 10 segundos.



Maluco Beleza.

Se alguém lhe perguntasse: “ Qual a primeira coisa que lhe vem à cabeça quando vê uma moeda de um real? “ você responderia: “ Ora, Raul Seixas “? Não?


E agora? ;-]


WTF?!?!?!

Todo mundo que acessa o Google já reparou que os caras sempre mudam o logo da empresa na página principal. Às vezes tem uns deseinhos temáticos em determinadas épocas do ano, já teve até um especial desenhado pelo Jim Lee com os personagens principais da DC. Idéia bacana, criativa e tals.
Mas que diabos é isso?



Alguém arrisca? o.Õ


ÉFISTAILE!


Muito antes do futuro líder mundial, King Size, muito antes de Ruth Lemos, até mesmo muitos antes do históricamente conhecido Jeremias José, muitas pessoas deixavam suas marcas na história. Fiquem agora com a nova sessão do Zexta-Feira... ÉFISTAILE!( ou também conhecido como "É velho mas me faz rir." )
PS: se não entendeu o nome da nova sessão, clique aqui.


Essa foto me lembra uma mistura bizarra de Mussum com Zacarias, isso sim.

Pacabá!



Cabô!

Até a próxima, amiguinhos!


Zenon.

Leia Mais…

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Para o Alto e Avante - Parte 3

No post anterior:
Até o herói mais poderoso do mundo tem uma fraqueza. Em mais uma aventura, Superman descobre que não é o único sobrevivente de Kripton, além de conhecer mais sobre suas origens! E, por fim, Superman, junto com todos os outros heróis é derrotado pelo maior vilão de todos! Foi o fim do nosso herói? Longe disso, Superman retorna triunfante para mais uma nova aventura!

“Enquanto isso, na banda desenhada...” é uma seção que traça um paralelo entre o universo real e o mundo dos quadrinhos, analisando como as duas realidades afetam uma à outra, trazendo informação e estimulando a reflexão acerca dessa 8ª arte.




Deve Haver um Superman? (Anos 70)

Nos anos 70, os quadrinhos estavam passando por uma mudança gradual, mas significativa no seu conteúdo narrativo. A Marvel vinha fazendo estrondoso sucesso com personagens mais “humanos” e estabelecendo novas regras sobre como escrever quadrinhos.
Encorajados pela reformulação que Dennis O’Neil impôs ao Batman (e que trouxe o personagens de volta às suas raízes sombrias), a DC incumbiu o próprio de reformular também o Homem de Aço, mas sem introduzir retcons (introdução de novos elementos no passado de um personagem), como havia acontecido nos anos 60 com a inclusão do Superboy no passado do personagem.

Para Julius Schwartz (editor na época), Superman era muito poderoso, quase um Deus, e isso impossibilitava histórias que abordassem temas sociais, e então ele acabava, ou enfrentando diversas variações de Kriptonita, ou vilões superpoderosos ridículos. Como O’Neil estava trabalhando naquele momento nos títulos Mulher-Maravilha, Liga da Justiça e Lanterna Verde/Arqueiro Verde (esse último obtendo grande sucesso de público e crítica ao incluir temas sociais como racismo, drogas, entre outros) tentando modernizar os personagens, nada mais natural que ele assumisse os títulos do Homem de Aço, que já era considerado “antiquado”.
Superman então deu um passo adiante em sua vida: Morgan Edge, dono da rede WGBS comprou o Planeta Diário e colocou Clark para apresentar um programa de TV. Além disso, um experimento nos laboratórios Star transforma toda a Kriptonita do mundo em ferro, eliminando o único elemento que era a fraqueza do Homem de Aço. No entanto, esse mesmo experimento acabou deixando o herói bem menos poderoso.

Essas mudanças até foram bem vindas, mas não obtiveram muito impacto. Aparentemente, Superman já havia dado tudo o que tinha que dar. Os editores da DC achavam que Superman era poderoso demais e ultrapassado para os padrões da época, frente ao advento da Marvel Comics. Não havia muito o que se pudesse fazer. Os anos 70 passariam batido para o personagem se não fosse por outro escritor: Elliot S. Maggin. Em 1972, Maggin escreveu a clássica história “Must There Be a Superman?” (“Deve haver um Superman?”, em tradução livre), que mudou a forma de ver o herói para sempre.

Nesta história, Superman salva a terra mais uma vez de uma ameaça espacial, e acaba indo parar inconsciente em OA (um dos planetas mais antigos do Universo). Lá, Os Guardiões do Universo mostram ao herói que seu envolvimento com planeta Terra está interferindo na própria evolução social daqueles que ele protegia. Ao voltar à Terra, Superman intervém num conflito em uma comunidade rural na Califórnia, e fica ciente de que realmente pode estar fazendo demais. O herói se encontra então num grande dilema: Até que ponto ele pode ajudar a humanidade sem estar interferindo no seu próprio desenvolvimento? Até que ponto ele estará ajudando a humanidade, ao invés de carregando-a nas costas?

A edição teve um impacto enorme e redefiniu o herói de tal forma que esta história passou a ser tomada como base para todas as posteriores. O personagem não fora mudado em sua essência, mas a visão dele, sim. Agora, Superman sabia que era uma força para guiar a humanidade e não impor sua vontade. As histórias deixariam de lado a ficção científica e fantasia exagerada e passariam a focar os sentimentos de otimismo e esperança que o herói inspirava. Até hoje essa história ecoa em obras como “Reino do amanhã” de Mark Waid e “All-Star Superman”, de Grant Morrison, entre outros.


Epílogo: Curiosidades:
- A visão dada por Eliott S. Maggin para o personagem foi determinante para aquela que é considerada a maior adaptação do herói: Superman, o filme, de Richard Donner.
- Inclusive, apesar de não ter sido creditado, Maggin foi consultor do filme de Donner.
- A abordagem de Dennis O’Neil para o Homem de Aço tornou o personagem mais introspectivo e menos poderoso, antecipando a reformulação do personagem nas mãos de John Byrne nos anos 80 (pra quem achava que a fase do Byrne era original, perderam Byrnetes).
- Antes de toda a kriptonita do mundo ser transformada em ferro (ver matéria), existiam diversos tipos, cada um com uma cor e efeito: Além da verde, que removia os poderes do herói e podia até matá-lo, havia a kriptonita vermelha, que causava efeitos aleatórios (teve até uma ocasião em que a kriptonita o fez se transformar em Jerry Lewis!), a kriptonita branca, que afetava todas as plantas nas proximidades, a kriptonita dourada, que removia para sempre os poderes de um kriptoniano, a kriptonita azul, fatal apenas para bizarros, entre outras.
- Em “O Reino do Amanhã” (1996), Mark Waid leva o conceito estabelecido por Maggin às alturas, mostrando o impacto da desistência do Superman na humanidade. Por causa de sua “aposentadoria”, os maiores heróis da Terra debandaram (ou se esconderam), e o futuro deu lugar à uma nova estirpe de super-humanos que só estavam preocupados em lutar uns com os outros, sem se importar com a segurança das pessoas. Há uma cena nessa mini-série que me deixa realmente emocionado: em dado momento na mini, o herói que “tomou o lugar” do Super, Magog, lidera um grupo de heróis contra um vilão instável e isso causa a destruição do Kansas que leva a um colapso na economia americana e um milhão de mortos. Um bom tempo depois, Superman encontra Magog e o encara, Magog explica como ele se sentiu o máximo porque, anos atrás, ele havia sido “escolhido” pelo povo para “ficar no lugar” do Superman, porque ele era ultrapassado e principalmente porque não matava os vilões. Superman pergunta se, depois de tudo o que aconteceu, ele está orgulhoso. Magog quase entra em colapso e se entrega aos heróis numa fala que está entre as mais emocionantes que eu já li: “É sua culpa, Maldito! O mundo mudou... Mas você, não. Por isso eles me escolheram. Escolheram o que matava em vez do que não matava... E agora estão mortos. Um milhão. Me castigue. Me prenda. Me mate. Faça os fantasmas irem embora.”
- Ainda sobre O Reino do Amanhã, Mark Waid, o autor da mini-série, contou que a história é uma resposta aos sombrios anos 90, onde parecia que só os personagens “dark” faziam sucesso, e o heroísmo clássico estava obsoleto. Waid queria provar que, sim, os heróis clássicos e todo o seu heroísmo podiam render ótimas histórias, mesmo nos tempos atuais. Missão mais do que cumprida!
A seguir: Mundos em colapso! Universos destruídos! O fim do Superman e de toda a sua mitologia! Esteja aqui na próxima semana para assistir de camarote ao FIM DE TUDO O QUE EXISTE, na espetacular conclusão de “Para o Alto e Avante”!

Leia Mais…

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Dead Like Me

Moura em Série

Tem um pinguço aqui que não faz mais nada, tá tentando tomar o lugar do ranheta do Freud como o maior relapso do blog. Sabem quem é, né? Sim, o Moura.

Por isso hoje o leitor Inferno, direto das profundezas mais escaldantes, chega pra "tapar o furo" (ui) do Moura falando sobre a série Dead Like Me. Confere ai!!


“Oi, você já morreu? Eu já.”


Imagine a seguinte situação: você é um cara comum, tem uma vida comum, e um belo dia está parado em uma pracinha igualmente comum quando uma incomum tampa de privada da estação espacial russa que se espatifou na atmosfera vem em sua direção caindo como um meteoro e lhe acerta em cheio a fuça, te transformando em cinzas na mesma hora. Chato, não?

Então, você morreu, mas esse não é o fim, é o início. Pelo menos da série “Dead Like Me”, exibida em 2003 e 2004 (não me xinguem, tem os boxes das temporadas para locação e venda no mercado nacional) que conta a história de Georgia Lass (Ellen Muth), uma americana do subúrbio de Seattle que morre aos 18 aninhos de vida atingida por uma tampa de privada vinda do espaço sideral. Mas como eu disse acima, esse não é o fim, é na verdade o início para a alma de Georgia (George para os íntimos), que morre virgem e logo no seu primeiro dia de trabalho mas, apesar de mortinha da silva, ela continua na Terra, porque para algumas (in)felizes almas é dada a missão de continuar no meio de nós para nos ajudar na difícil hora em que esticamos as canelas, funcionando como uma espécie de ‘guias do além túmulo’ que recebem o singelo nome de “reapers” (ceifadores).

A série não se preocupa com porquês, não entra em discussões metafísicas sobre vida após a morte, céu, inferno, enfim, essas coisas que você vai descobrir por si mesmo na hora certa; o barato da série é mostrar George e seus amigos ceifadores vivendo no meio de nós, com conflitos e necessidades iguais às nossas, afinal eles têm que viver entre nós para poder nos dar o “toque da morte” e nos guiar para o outro lado, mesmo que nem eles saibam que porra existe do outro lado. Não que não role umas reflexões bacanas sobre o que é estar vivo, o que significa viver de verdade (George se diverte mais como morta-vida do que quando era viva-viva), sobre as coisas e pessoas que deixamos pra trás ou que nos deixam aqui quando partem, mas não se preocupe, não é nada que te faça doer a cabeça ou dê medinho de dormir com a luz apagada.

Como eu disse, George tem amiguinhos com o mesmo ofício dela, começando pelo, digamos, ‘chefe’ do grupo, Rube Sofer (o veterano Mandy Patinkin), o tipo do cara sisudo e caladão o bastante para você perceber que ele guarda um grande segredo; Roxy (Jasmine Guy), uma guarda municipal macha pra cacete que carrega as almas dos mortos e multa os carros dos vivos; o noiadão Mason (Callum Blue), um inglês punk porra-louca que morreu abrindo o próprio crânio com uma furadeira para injetar diretamente drogas no cérebro; e a linda e fogosa Betty (Rebeca Gayheart, que durou só uma temporada), substituída na segunda temporada pela igualmente linda e fogosa Daisy Adair (Laura Harris).

Esse simpático grupo de mortos vivos se reúne todo dia de manhã na mesma lanchonete onde, entre um waffle e outro, Rube distribui post-its amarelos com os nomes de quem deve morrer, local e hora da morte, cabendo ao ceifador estar na hora certa e no lugar certo para pegar o cara certo.

Para não serem reconhecidos pelos vivos eles possuem, para os nossos olhos, feições distintas das que tinham antes da hora sinistra (antes de morrer, porra!!!), e, como os vivos, eles também têm que ganhar dinheiro para sobreviver, um lugar pra morar, etc. Para ganhar o mingau das almas nosso de cada dia alguns ceifadores ganham a “vida” roubando os pertences dos mortos, afinal, morto não precisa de dinheiro nem jóias, né? Já outros preferem arrumar empregos normais e, não se sentindo muito bem com a idéia de surrupiar defuntos, George vai conseguir emprego justo na empresa em que trabalhava quando morreu. Como ela tem outra imagem para os vivos, ninguém a reconhece (ou quase ninguém...).

E é nas aventuras e desventuras dessa garota em dupla jornada de trabalho que se desenvolve a série com os dramas dos recém-mortos, as formas mais estúpidas e bizarras de morte que você pode imaginar, os gravelings (criaturas sinistras que fazem ‘as coisas acontecerem’ nas mortes acidentais), tudo recheado com muito humor negro mas que passa um recado supimpa de que a vida merece ser vivida porque você nunca sabe quando alguém vai te dar um tapinha nas costas e te dizer que você acabou de morrer.

Inferno também vai morrer mas tomara que seja depois de você.

abcs

PS: Dizem por aí que o criador da série, Brian Fuller (criador também de Pushing Daisies) estaria trabalhando em um filme baseado na série mas ainda não vi nada de concreto a esse respeito.

Leia Mais…

TRICK ‘R TREAT (Contos do Dia das Bruxas)

Uaréview, por Monitor

Gostosuras ou travessuras? Antigamente considerada uma festa pagã irlandesa, nos EUA se tornou um feriado que começou mais ou menos com o mesmo espírito, mas que depois uma espécie de festança com os mortos (desculpem, eu sei que essa definição foi péssima). Mas em relação a filmes, não se pode negar a influência muitas vezes positiva da festa, e das historias ali mostradas. Desde o anuncio oficial até a gravação, uns 2 ou 3 anos se passaram até que Michael Dougherty, escritor de X-Men 2 e Superman Returns, conseguisse mostrar ao publico seu filme de terror Trick’r Treat (ou Contos do Dia Das Bruxas, como é chamado por aqui), e digo pra vocês, é uma pequeno diamante.

Com uma cronologia meio Tarantino way, quatro contos de terror ao estilo Contos da Crypta e Creepyshow são mostrados. As historias não são puro de terror psicológico or Slasher, tem uma levada mais de quadrinhos de terror clássicos, como no auge da EC Comics, por exemplo. São mostradas situações quando se desafia o sobrenatural ou até mesmo o próprio espírito do Halloween, personificado no caso na figura estranha, mas desde já clássica, de Sam, um ser estranho com um saco de batatas na cabeça ( não, não é o Cillian Murphy ). Vou tentar (conseguir é outros 500) contar as historias e soltar o mínimo de spoilers possível.


No prólogo, temos um casal discutindo. Trajados como personagens de sci-fi da década de 50, a mulher está cansada desse lance todo de Dia das Bruxas e faz um erro de apagar a vela da abobora. Enquanto tirava o resto da decoração, enquanto o marido dorme, a esposa dedicada ( e chata) é ataca por Sam, o espírito do Halloween.


Nas historias subsequentes, vemos um diretor de escola (Dylan Baker), psicopata que liberara seu instinto assassino depois da morte da esposa, enquanto convive com seu irritante filho. O humor é grande aqui, assim como a tensão gerada em algumas partes, e alguns outros personagens e situações das outros contos aparecem aqui.


Depois, temos uma clássica historia com lição de moral. Ha muito tempo atrás, um ônibus cheio crianças com deficiência metal para em frente a um desfiladeiro, e com ordem dos pais o motorista se vê obrigado a matar as crianças. Uma delas escapa e leva o veiculo ao fundo do lago fechado, abaixo do desfiladeiro. Todos morrem, com exceção do motorista, que foge e desaparece do mapa. Muitos anos depois, na noite do 31 de outubro, um grupo de crianças tenta zoar com a “esquisita” da escola (que consegue ser mais bonita do que a garota popular) no pântano que se transformou o lugar, mas é melhor não mexer com os mortos...


Em seguida, temos a chapeuzinho vermelho interpretada por Anna Paquin* (esqueçam ela em True Blood, é nesse filme que ela chuta bundas) e suas amigas querendo ela faça o ritual de passagem e perca a “virgindade” (só vendo pra entender), enquanto é perseguida por misterioso vampiro, uma versão dos sangue sugas de Anne Rice, com o mesmo charme, só que heterossexual. As maiores reviravoltas e mindfucks do filme estão nessa parte, então fique de olho.


E pra acabar, temos um velho solitário (Brian Cox, mais magro e irreconhecível) que dá um jeito na sua amargura roubando doces das crianças e comendo eles, enquanto xinga o Halloween e queima velhas fotos (fiquem de olho nisso, é importante). O problema é que Sam bate a sua porta querendo doces... e a parte mais Evil Dead do filme começa, com o velho tentando fugir do Sam (que aparece bem mais aqui) e a verdade sobre sua vida vindo à tona.


Além do estilo Tarantino de contar a historia, o filme traz homenagens sutis aos filmes de terror clássicos, como Halloween, Jogos Mortais (gostando você ou não, já é um clássico SIM), Cemitério Maldito e pro aí vai. As historias se ligam perfeitamente, são bastantes enxutas e faz uma bela homenagem ao feriado e ao gênero terror, mostrando que você não precisa de galões de 15 litros de sangue falso ou sustos a casa 5 segundos pra contar um bom conto de terror. As vezes um bom elenco e imaginação já são seus melhores aliados. Dougherty fez um ótimo trabalho, e mesmo que no fim tenha saído direto para DVD/Blu Ray e midnight sessions, foi reconhecido como um grande filme que é e talvez temos mais gostosuras e travessuras nos próximos anos...

NOTA: 9.0

*PATAQUEPAREU! Anna Paquin ta muito gostosa, PQP! Queria ver ela agora com aquela roupa de couro do X-Men, ia fazer um estrago que nem outra extinção de parte da população mutante faria!

Leia Mais…